
TCC
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Área:
Título:
Descrição física:
TCC
Enfermagem
Confiança materna: desafios para fortalecer o vínculo com o bebê
25 f.
Número de chamada:
TCC/Unipinhal J82c
Idioma:
Português
Publicação:
Espírito Santo do Pinhal, SP, {s.n.], 2025
Ano:
2025
Assunto:
Autores:
Orientador:
Relações mãe-filho ; Saúde materna ; Saúde da criança ; Atenção primária à saúde ; Autoeficácia materna
Jorge, Ana Carolina Alves Pereira
Gisele Acerra Biondo Pietrafesa
Resumo:
A confiança materna, compreendida como a crença da mãe em sua capacidade de cuidar, proteger e atender adequadamente às necessidades do bebê, é um componente essencial para a formação do vínculo afetivo e o desenvolvimento saudável da criança. Essa autoconfiança é influenciada por fatores psicológicos, sociais e contextuais, destacando-se o apoio recebido no período pós-natal. Buscou-se analisar a relação entre apoio social e níveis de confiança materna, identificando as fontes de suporte mais relevantes para as mães. Tratou-se de um estudo quantitativo, descritivo e analítico, de delineamento transversal, desenvolvido em Unidades de Atenção Primária de um município do interior paulista entre fevereiro e novembro de 2025. Participaram 39 puérperas de até um ano pós-parto, avaliadas por questionário sociodemográfico e pela Karitane Parenting Confidence Scale (KPCS). Os dados foram tabulados e analisados por estatística descritiva. Observou-se que 43,6% das participantes foram classificadas como confiantes, e 56,4% como não confiantes. Observou-se associação entre maior confiança e presença de suporte conjugal (58,8%), multiparidade (64,7%) e renda de 2–3 salários mínimos (76,5%). Mulheres casadas, com escolaridade média ou superior, relataram maior segurança no cuidado e melhor adaptação à maternidade. Já as não confiantes eram a maioria solteiras (55%), primigestas (54%) e de baixa renda, refletindo vulnerabilidade socioemocional e menor acesso a redes de apoio. O apoio social, especialmente o conjugal e familiar, mostrou-se determinante para a autoconfiança materna. Fortalecer essas redes e ampliar estratégias educativas e comunitárias pode favorecer o bem-estar emocional das mães e a qualidade do vínculo mãe-bebê.
