
TCC
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Área:
Título:
Descrição física:
TCC
Biomedicina
Melatonina para regulação do sono
14 f.
Número de chamada:
TCC/Unipinhal
Idioma:
Português
Publicação:
Espírito Santo do Pinhal, SP, [s.n.], 2025
Ano:
2025
Assunto:
Autores:
Orientador:
Ciclo circadiano ; Distúrbios do sono ; Insônia ; N-acetil-5-metoxitriptamina
Gonçalves, Jennyfer dos Santos
Inês Juliana Martorano Giardini
Resumo:
A insônia e os distúrbios do sono têm impacto significativo na qualidade de vida, sendo comumente tratados com hipnóticos como os benzodiazepínicos, que apresentam riscos de dependência e efeitos adversos. A melatonina, hormônio produzido pela glândula pineal, tem ganhado destaque como alternativa terapêutica segura, atuando na regulação do ritmo circadiano, indução do sono e equilíbrio hormonal. OBJETIVO: Investigar, por meio de uma revisão integrativa, possíveis efeitos, riscos e benefícios do uso da melatonina como tratamento complementar na regulação do sono. MATERIAIS E MÉTODOS: Esta revisão integrativa avaliou dez estudos publicados entre 2020 e 2025. A busca foi realizada na base Google Acadêmico utilizando os descritores "melatonina", "insônia", "tratamento", "sono" e seus equivalentes em inglês. Foram incluídos artigos disponíveis integral e gratuitamente, em português ou inglês, com tratamento em humanos. RESULTADOS: Os resultados indicam que a suplementação com melatonina melhora a qualidade, duração e a eficiência do sono, reduz a latência do adormecimento e os despertares noturnos, com baixos efeitos adversos. Evidências também apontam benefícios em condições associadas, como insônia em trabalhadores de turnos, apneia do sono, depressão leve à moderada, obesidade e climatério, além de efeitos positivos sobre cortisol salivar e bem-estar. CONCLUSÃO: Conclui-se que a melatonina melhora significativamente a qualidade, duração, despertares noturnos e reduz a latência para início do sono, mostrando-se eficaz em diversas faixas etárias e contextos clínicos, com baixos efeitos colaterais. Entretanto, limitações como pequenas amostras e curta duração dos estudos sugerem a necessidade de ensaios clínicos multicêntricos e de longo prazo para consolidar seu uso seguro, eficaz e padronizado.
