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Escrevendo com Caneta

TCC

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Área:

Título:

Descrição física:

TCC

Engenharia Agronômica

Algas marinhas no cultivo de abobrinha italiana (cucurbita pepo L.)

22 f.

Número de chamada:

TCC/Unipinhal C138a

Idioma:

Português

Publicação:

Espirito Santo do Pinhal, SP; [s. n..], 2025

Ano:

2025

Assunto:

Autores:

Orientador:

Bioestimulante ; Kappahycus alvarezii ; Cucurbitácea

Caixeta, Adriano Rossi

Nilva Teresinha Teixeira

Resumo:

A abobrinha italiana é espécie de relevância nutricional: rica em fibras e vitaminas. Para sua plena produtividade, e qualidade de seus frutos, o manejo nutricional adequado é fundamental. Entre as estratégias disponíveis para melhorar o desempenho agronômico dos cultivos, o uso de bioestimulantes formulados com algas marinhas vem se destacando. A inclusão de tais organismos nas lavouras, graças a riqueza da sua constituição, pode favorecer a germinação, estimular o crescimento radicular, a absorção de nutrientes, aumentar a tolerância a estresses bióticos e abióticos e promover ganhos significativos na produtividade. O estudo teve como objetivo avaliar os efeitos de diferentes doses de extrato da alga marinha Kappaphycus alvarezii, da empresa BR Algas, sobre o desenvolvimento de abobrinha italiana cultivada em vasos. O ensaio foi conduzido, no município de Andradas, MG, Latitude 22°04'05"S e Longitude 46°34'04"O., com delineamento estatístico inteiramente ao acaso, com 5 repetições e 5 tratamentos: testemunha e 4 diferentes concentrações de algas. Cada parcela formou-se por um vaso plástico de 10 litros preenchido com Tropstrato Morango “T” Plus. No plantio adubou-se com 15 g da fórmula 02–16-8 por parcela, e a cobertura foi com 10 g de 20–00–20 vaso, fracionada em duas aplicações aos 15 e 30 dias após a emergência das sementes. O formulado com algas marinhas foi aplicado aos 20, 30 e 40 dias após a germinação e via drench. Avaliaram-se massa fresca de raízes e da parte aérea e comprimento de raízes aos 50 dias de idade das plantas. No transcorrer do ensaio houve incidência do vírus do mosaico, causando clorose mosqueada, seca de folhas, queda de flores e deformação de frutos. Observou-se, ainda que as parcelas que receberam algas marinhas apresentaram menores prejuízos causados pela virose e que a análise estatística dos resultados mostrou que o uso da alga proporcionou ganhos de desenvolvimento, justificado pela rica composição das algas marinhas. Entre as doses da alga marinha, concluiu-se que se destacaram 30 e 40 mL L-1 que proporcionaram aumentos da massa fresca das raízes e da parte aérea e do comprimento de raízes. Os achados indicam a possibilidade de incluir o formulado testado no cultivo de abobrinha que, inclusive torna as plantas mais tolerantes à virose.

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